quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Brincadeiras de Criança

                                Pular Corda




Pular corda tem tudo: é brincadeira, treinamento, exercício físico, faz bem para o corpo e para a mente. A gente aprende cedo e, quanto mais faz, mais sabe. Sozinho ou em grupo, dá para brincar de várias formas e até inventar competições. E a diversão ganhou força e uma nova maneira de brincar com o filme Jumping, da Disney, em que as crianças fazem campeonatos usando mais de uma 

corda.






Amarelinha



Ótimo para desenvolver a noção de respeito às regras e aprender a esperar pela vez. A amarelinha também é conhecida como macaca, xadrez, avião, maré, sapata e casco em outras regiões do país. A mais tradicional, porém, é aquela feita no chão com auxílio do giz, conforme os passos abaixo: 

1. Cada jogador precisa de uma pedrinha. 

2. Quem começar joga a pedrinha na casa marcada com o número 1 e vai pulando de casa em casa, partindo da casa 2 até o céu. 

3. Só é permitido pôr um pé em cada casa. Quando há uma casa ao lado da outra, pode pôr os dois pés no chão. 

4. Quando chegar no céu, o jogador vira e volta pulando da mesma maneira, pegando a pedrinha quando estiver na casa 2. 
5. A mesma pessoa começa de novo, jogando a pedrinha na casa 2. 

6. Perde a vez quem: 

· Pisar nas linhas do jogo 
· Pisar na casa onde está a pedrinha 
· Não acertar a pedrinha na casa onde ela deve cair 
· Não conseguir (ou esquecer) de pegar a pedrinha na volta 

7. Ganha quem terminar de pular todas as casas primeiro.

Ficha de leitura




Titulo do Livro - Pretinha, eu?
Editora - ScipioneAutor - Júlio Emílio Braz
Edição - 2ª edição, São Paulo 2002
Tema Central – A descriminação racial
Personagens Principais – Vânia, Tatiana, Bel, Vivi, Carmita e Bárbara




RESUMO 1

     Este livro fala sobre a história de uma menina chamada Vânia. Ela era negra e ganhou uma bolsa de estudo para estudar no Colégio Harmonia. Esta escola atendia a uma clientela da classe social alta.

       Ao chegar ao Colégio, Vânia causou o maior espanto em todos, pois, em cem anos de história desta escola, nunca havia estudado um aluno negro.

       Um grupo de colegas, formadas por cincos garotas, começou a implicar tanto com Vânia que ela chegou a deixar de frequentar a escola por alguns dias. 
       Este grupo chamou a atenção de todo colégio para o problema da discriminação racial e os professores resolveram trabalhar com este tema.

      No final Vânia já era aceita e respeitada pela maioria da turma, mas, o problema não deixou de continuar.

   Autores –  Produção Acadêmicos FTC

Inicio

                        
                           Sejam Bem-Vindos 

Rapunzel


(Irmãos Grimm)Era uma vez um casal que há muito tempo desejava inutilmente ter um filho. Os anos se passavam, e seu sonho não se realizava. Afinal, um belo dia, a mulher percebeu que Deus ouvira suas preces. Ela ia ter uma criança!
Por uma janelinha que havia na parte dos fundos da casa deles, era possível ver, no quintal vizinho, um magnífico jardim cheio das mais lindas flores e das mais viçosas hortaliças. Mas em torno de tudo se erguia um muro altíssimo, que ninguém se atrevia a escalar. Afinal, era a propriedade de uma feiticeira muito temida e poderosa.
Um dia, espiando pela janelinha, a mulher se admirou ao ver um canteiro cheio dos mais belos pés de rabanete que jamais imaginara. As folhas eram tão verdes e fresquinhas que abriram seu apetite. E ela sentiu um enorme desejo de provar os rabanetes.
A cada dia seu desejo aumentava mais. Mas ela sabia que não havia jeito de conseguir o que queria e por isso foi ficando triste, abatida e com um aspecto doentio, até que um dia o marido se assustou e perguntou:
— O que está acontecendo contigo, querida?
— Ah! — respondeu ela. — Se não comer um rabanete do jardim da feiticeira, vou morrer logo, logo!
O marido, que a amava muito, pensou: “Não posso deixar minha mulher morrer… Tenho que conseguir esses rabanetes, custe o que custar!”
Ao anoitecer, ele encostou uma escada no muro, pulou para o quintal vizinho, arrancou apressadamente um punhado de rabanetes e levou para a mulher. Mais que depressa, ela preparou uma salada que comeu imediatamente, deliciada. Ela achou o sabor da salada tão bom, mas tão bom, que no dia seguinte seu desejo de comer rabanetes ficou ainda mais forte. Para sossegá-la, o marido prometeu-lhe que iria buscar mais um pouco.
Quando a noite chegou, pulou novamente o muro mas, mal pisou no chão do outro lado, levou um tremendo susto: de pé, diante dele, estava a feiticeira.
— Como se atreve a entrar no meu quintal como um ladrão, para roubar meus rabanetes? — perguntou ela com os olhos chispando de raiva. — Vai ver só o que te espera!
— Oh! Tenha piedade! — implorou o homem. — Só fiz isso porque fui obrigado! Minha mulher viu seus rabanetes pela nossa janela e sentiu tanta vontade de comê-los, mas tanta vontade, que na certa morrerá se eu não levar alguns!
A feiticeira se acalmou e disse:
— Se é assim como diz, deixo você levar quantos rabanetes quiser, mas com uma condição: irá me dar a criança que sua mulher vai ter. Cuidarei dela como se fosse sua própria mãe, e nada lhe faltará.
O homem estava tão apavorado, que concordou. Pouco tempo depois, o bebê nasceu. Era uma menina. A feiticeira surgiu no mesmo instante, deu à criança o nome de Rapunzel e levou-a embora.
Rapunzel cresceu e se tomou a mais linda criança sob o sol. Quando fez doze anos, a feiticeira trancou-a no alto de uma torre, no meio da floresta.
A torre não possuía nem escada, nem porta: apenas uma janelinha, no lugar mais alto. Quando a velha desejava entrar, ficava embaixo da janela e gritava:
— Rapunzel, Rapunzel! Joga abaixo tuas tranças!
Rapunzel tinha magníficos cabelos compridos, finos como fios de ouro. Quando ouvia o chamado da velha, abria a janela, desenrolava as tranças e jogava-as para fora. As tranças caíam vinte metros abaixo, e por elas a feiticeira subia.
Alguns anos depois, o filho do rei estava cavalgando pela floresta e passou perto da torre. Ouviu um canto tão bonito que parou, encantado.
Rapunzel, para espantar a solidão, cantava para si mesma com sua doce voz.
Imediatamente o príncipe quis subir, procurou uma porta por toda parte, mas não encontrou. Inconformado, voltou para casa. Mas o maravilhoso canto tocara seu coração de tal maneira que ele começou a ir para a floresta todos os dias, querendo ouvi-lo outra vez.
Em uma dessas vezes, o príncipe estava descansando atrás de uma árvore e viu a feiticeira aproximar-se da torre e gritar: “Rapunzel, Rapunzel! Joga abaixo tuas tranças!”. E viu quando a feiticeira subiu pelas tranças.
“É essa a escada pela qual se sobe?”, pensou o príncipe. “Pois eu vou tentar a sorte…”.
No dia seguinte, quando escureceu, ele se aproximou da torre e, bem embaixo da janelinha, gritou:
— Rapunzel, Rapunzel! Joga abaixo tuas tranças!
As tranças caíram pela janela abaixo, e ele subiu.
Rapunzel ficou muito assustada ao vê-lo entrar, pois jamais tinha visto um homem.
Mas o príncipe falou-lhe com muita doçura e contou como seu coração ficara transtornado desde que a ouvira cantar, explicando que não teria sossego enquanto não a conhecesse. 
Contos, fabulas e historinhas: Rapunzel
Rapunzel foi se acalmando, e quando o príncipe lhe perguntou se o aceitava como marido, reparou que ele era jovem e belo, e pensou: “Ele é mil vezes preferível à velha senhora…”. E, pondo a mão dela sobre a dele, respondeu: 
— Sim! Eu quero ir com você! Mas não sei como descer… Sempre que vier me ver, traga uma meada de seda. Com ela vou trançar uma escada e, quando ficar pronta, eu desço, e você me leva no seu cavalo. 
Combinaram que ele sempre viria ao cair da noite, porque a velha costumava vir durante o dia. Assim foi, e a feiticeira de nada desconfiava até que um dia Rapunzel, sem querer, perguntou a ela: 
— Diga-me, senhora, como é que lhe custa tanto subir, enquanto o jovem filho do rei chega aqui num instantinho? 
— Ah, menina ruim! — gritou a feiticeira. — Pensei que tinha isolado você do mundo, e você me engana! 
Na sua fúria, agarrou Rapunzel pelo cabelos e esbofeteou-a. Depois, com a outra mão, pegou uma tesoura e tec, tec! cortou as belas tranças, largando-as no chão. 
Não contente, a malvada levou a pobre menina para um deserto e abandonou-a ali, para que sofresse e passasse todo tipo de privação. 
Na tarde do mesmo dia em que Rapunzel foi expulsa, a feiticeira prendeu as longas tranças num gancho da janela e ficou esperando. Quando o príncipe veio e chamou: “Rapunzel! Rapunzel! Joga abaixo tuas tranças!”, ela deixou as tranças caírem para fora e ficou esperando. 
Ao entrar, o pobre rapaz não encontrou sua querida Rapunzel, mas sim a terrível feiticeira. Com um olhar chamejante de ódio, ela gritou zombeteira: 
— Ah, ah! Você veio buscar sua amada? Pois a linda avezinha não está mais no ninho, nem canta mais! O gato apanhou-a, levou-a, e agora vai arranhar os seus olhos! Nunca mais você verá Rapunzel! Ela está perdida para você! 
Ao ouvir isso, o príncipe ficou fora de si e, em seu desespero, se atirou pela janela. O jovem não morreu, mas caiu sobre espinhos que furaram seus olhos e ele ficou cego. 
Desesperado, ficou perambulando pela floresta, alimentando-se apenas de frutos e raízes, sem fazer outra coisa que se lamentar e chorar a perda da amada. 
Passaram-se os anos. Um dia, por acaso, o príncipe chegou ao deserto no qual Rapunzel vivia, na maior tristeza, com seus filhos gêmeos, um menino e uma menina, que haviam nascido ali. 
Ouvindo uma voz que lhe pareceu familiar, o príncipe caminhou na direção de Rapunzel. Assim que chegou perto, ela logo o reconheceu e se atirou em seus braços, a chorar. 
Duas das lágrimas da moça caíram nos olhos dele e, no mesmo instante, o príncipe recuperou a visão e ficou enxergando tão bem quanto antes. 
Então, levou Rapunzel e as crianças para seu reino, onde foram recebidos com grande alegria. Ali viveram felizes e contentes. 

Contos, fabulas e historinhas: Rapunzel

A Cigarra e a Formiga




Era uma vez uma cigarra que vivia saltitando e cantando pelo bosque, sem se preocupar com o futuro. Esbarrando numa formiguinha, que carregava uma folha pesada, perguntou: 

- Ei, formiguinha, para que todo esse trabalho? O verão é para gente aproveitar! O verão é para gente se divertir! 
- Não, não, não! Nós, formigas, não temos tempo para diversão. É preciso trabalhar agora para guardar comida para o inverno. 
Durante o verão, a cigarra continuou se divertindo e passeando por todo o bosque. Quando tinha fome, era só pegar uma folha e comer. 
Um belo dia, passou de novo perto da formiguinha carregando outra pesada folha. 




Contos, fabulas e historinhas: A Cigarra e a Formiga

A Batalha na Neve

Os coelhinhos gostam de ir ao jardim de infância,todo dia.Também com neve e gelo,pois movimentam-se e o frio então passa. 

À noite nevou a de manhã tudo está coberto com uma grossa camada de neve. 

Os coelhinhos correm para fora.De tanta alegria alguns fazem cambalhotas na neve.O que o Puque está querendo ? 

Ele faz bolas de neve e as joga nos outros.Logo os outros jogam de volta e já começa a maior batalha de bolas de neve. 

Todos se mexem! 

"Pega "! - " Agarra "! -" Aih "! - " Espera só "! - " Assim "! escuta-se pela mata. 

Bums ! Uma bola de neve acerta a cabeça de Pim." Huuu ! 

Ele começa a chorar. 

"Não seja dengoso,Pim! " Alguém lhe bate amigavelmente nas costas." Em troca você pode me derrubar na neve ! " 

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Objetivo da Criação do Blog

O blog acadêmico tem como principal objetivo a socialização e publicação das praticas de escrita e leituras...